Monday, September 28, 2009

Ode ao amor (intangível)

(É o autor da impressionante obra que, dilacerado pelo génio e pela incompreeensão dos seus contemporâneos, escreve:)

"Nem a escultura nem a pintura podem apaziguar uma alma incendiada do amor divino que, para nos abraçar, abre os seus braços na cruz" (sic)
Miguel Angelo Buonarrotti.

Friday, May 22, 2009

Surreal

Um facho de sol por entre a tormenta,
Um verde rebento na terra queimada,
Um vidro translúcido nos escolhos da derrocada,
Um pássaro que pia na cidade tresloucada,
Um gesto de ternura entre gente adormecida
Um assomo de amor numa causa perdida.

Sol, rebento, translúcido, …ternura
é aí que eu vivo:
num pequeno lugar, lá longe

Jorge